terça-feira, 31 de outubro de 2017

Das formas e formas

 
~ A questão é que quando é bom, é MUITO bom 
e quando é ruim, é MUITO ruim. {F, R.}

~ Eu sei que você até que tem lidado "bem" (...)
mas é impressionante que toda vez eu sinto 
uma especie de inconformação {S, E.}

~ Porque, mesmo querendo fazer o bem,
acabou-se causando o mal.  {M, V.}

That some make it, mistake it
(Que alguns conseguem, alguns erram)
Some force and some will fake it
(Alguns forçam e alguns irão fingir)
I never meant to let you down
(Mas eu nunca quis te magoar)
Some fret it, forget it
(Alguns se preocupam, alguns esquecem)
Some ruin and some regret it
(Alguns estragam tudo e alguns se arrependem)
I never meant to let you down
(Mas eu nunca quis te magoar)
I never meant to let you
(Eu nunca quis te deixar)
I never meant to let you down
(Eu nunca quis te magoar)
I never meant
(Eu nunca quis)

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Dos espaços

Ei, vem cá, me conta como está sendo essa correria. Me conta como estão sendo esses dias de trinta e seis horas totalmente preenchidos.
Você percebe que não há mais tempo para aquilo que chamávamos de nós? Para todos os planos e ideias que tínhamos em conjunto? Para aquele descanso básico de 10 minutinhos na cama olhando pro teto (sim, eu sei que virava meia hora, uma hora e -as vezes- até a madrugada inteira)
Sim, claro, eu sei que tudo é uma questão de prioridade e que -quando a gente quer- a gente consegue se organizar pra fazer todas as coisas que queremos...mas olha esses dias de seminário, olha as coisas que abrimos mão para que pudéssemos aproveitar ao máximo os momentos que aproveitamos.
Não, claro que não foi ruim; foi MA-RA-VI-LHO-SO. Mas, consegue perceber que aquilo não somos nós em nossas rotinas?!
Não há mais espaço, percebe?

Vem cá, me conta como é passar o dia com a mente ocupada; planejando, organizando, fazendo propaganda, dirigindo de uma cidade para outra. Me conta quantos segundos leva pra você desfocar o pensamento e as emoções de nós dois e se focar novamente nos seus planos, nas suas metas, nos seus desejos mais ambiciosos.

Eu sei que você olha pra mim e pensa que minha vida é super ocupada, super cheia de atividades, de afazeres, não é?! Não, não é! Tirando as aulas que tenho a noite e a caminhada que faço depois dela, não há um só momento em que eu esteja entregue 100% ao presente. As oito horas de trabalho sempre conseguem se transformar em séculos naquele exato momento em que eu paro e penso nas coisas (nas boas e nas ruins).
Em casa, seja lendo um livro, vendo Netflix ou organizando algo, eu consigo me conectar com o passado. Lamento e ainda me culpo. Eu sei da sua gratidão e eu sou grata também.

{...}
[texto interrompido]

Lembra que, independente de qualquer coisa,
o sentimento Maior permanece. SEMPRE.

YLI

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Do (para o) além

Foram sete meses, de calendário.
pareceram sete anos
pareceram sete dias

Foi um final de semana.
pareceu perfeito

A entrega, a ausência de medo momentânea, as certezas, os olhares, os toques, os outros toques, os sorrisos.

A ausência de panos quentes, a saudade, a vontade, o reencontro, os ombros, o coração desenhado, a reconexão física.

A submissão recíproca, o presente (tão grande), as mãos dadas, os sorrisos com os olhos, o calor sentido por todos os lados, o prazer sentido várias vezes.

A água quente, o cuidado, a lentidão, a admiração, as frases especiais, a finalização de sempre.

O descanso, o calor ameno, a respiração, o abraço que não se desfaz por horas.

(O êxtase individual por meio do olhar profundo)

À Poesia.
Ao Amor.

GRATIDÃO.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Do acordo cumprido

Demorou (mais de) dez anos até que fosse cumprido.
Algo que não havia mais muita esperança de que fosse ocorrer.
Algo que sempre era lembrado em meio às conversas.
Algo que "era tudo brincadeira" (mas sempre (nunca) foi, não?!).

Praia e banho de mar, água de coco e esfirras.
Há uma música de fundo; mas, em pouquíssimo tempo, ela deixa de ser escutada.
Vê-se um brilho, encontra-se um ar de pura satisfação: parabéns, foi tudo bem sucedido.

Nunca se saberá o "como teria sido se fosse". Mas sabe-se o que se ganhou pelos anos passados.
Em uma palavra escutada: Mágico.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Da exposição

Os dedos coçaram a tarde toda para escrever algo.
"Deixe coçar", foi o conselho dado (e posto em prática).
Uma pergunta no final da tarde. Uma resposta. Uma confissão.
"Fale agora", foi a percepção.
Os dedos dispararam. Tudo aquilo já falado pra terceiros, foi falado diretamente. Os pensamentos, as sensações, os medos, as vontades, as falhas, as perguntas em forma de afirmações. Foi uma hora de escrita, com poucas interrupções.
"Se apresse para não se atrasar", foi o lembrete mental.
Despediu-se. Recebeu uma despedida que parecia não deixar espaço para a posteridade.
"Aproveite"
{Texto inacabado.
Madrugada de 3ª pra 4ª
Escrito após uma semana de silêncio}

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Do deserto

O choro continua não aliviando.
As lágrimas vem lá de dentro, rasgando todo o corpo, a alma e a esperança de que um dia conseguirá se recompor.

Faz uma pausa, fecha os olhos e respira, tentando fazer com que doa menos; acaba doendo mais.

As pausas em meio ao silêncio sempre fazem com que doa mais.

Já faz dias que desejava chorar, mas procurara se controlar...seguir em frente, andar (com rumo).


Não há mais foco visível! Não há estímulos! Não há razões!

Todo o conhecimento espiritualista está no porão, em desuso, empoeirado, esquecido.
As técnicas, as práticas, as vivências: tudo dentro de uma caixa fechada, com pequenas frestas quase que insignificantes.

(praticamente) Nada mais é memorável. Os episódios apenas passam, as cortinas se fecham, as luzes se apagam e não há ninguém no camarim para compartilhar.


Há um deserto, amplamente espaçoso (parece não ter fim). A areia é pálida, não há pegadas visíveis, não há placas indicativas, não há mapa; apenas a vastidão do vazio é perceptível.


O filme passa várias e várias vezes. um apanhado dos melhores momentos ... dos piores também. Dos mais emocionantes, dos mais bonitos, dos mais singelos, dos mais agonizantes, dos mais tristes, dos mais temerosos! O deserto comporta todos os trailers existentes.


As músicas, os diálogos, os gestos, as comidas ... antes tão cheios de sentido, tornaram-se voláteis.


O silêncio [inexplicável] de dias e o medo dele se tornar eterno nessa existência.


O sumiço das palavras, engolidas pelas areias do deserto!

domingo, 13 de agosto de 2017

Da falta de ar


Wherever you are
You know that I adore you
No matter how far
Well I can go before you
And if ever you need someone
Well not that you need help in
But if ever you want someone
You know that I am willing

Oh, and I don't want to change you
I don't want to change you
I don't want to change your mind
I just came across a manger
Out among the danger somewhere
In the stranger's eye

Wherever you go
I can always follow
I can feed this real slow
If it's a lot to swallow
If you just wanna be alone
I can wait without waiting
If you want me to let this go
I am more than willing

Oh, cause I don't want to change you
I don't want to change you
I don't want to change your mind
I just came across a manger
Out among the danger somewhere
In the stranger's eye

Oh, and I don't want to change you
I don't want to change you
I don't want to change your mind
I just came across a manger
Out among the danger somewhere
In the stranger's eye

I've never been with anyone
In the way I've been with you
But if love is not for fun, then it's doomed
'Cause water races, water races down
The waterfalls
Water races, water races down
The waterfalls

And I don't want to change you
I don't want to change you
I don't want to change your mind
I just came across a manger
Where there is no danger
Where love has eyes, it's not blind