segunda-feira, 13 de junho de 2011

Das comprovações

E não é que aquela história de fazer
com que a dor física seja maior que a dor
emocional realmente funciona?!!

domingo, 13 de março de 2011

Do recuo



"Voce me ajudou muito, mas tinha uma coisa que só eu podia fazer."

Tem alguns relacionamentos que só existem -de modo bem intenso- por um curtíssimo período de tempo. Eu, particulamente, só sei que ele acabou (ou deixou de ser intenso) quando ele realmente acaba (ou se torna mias frio); ou seja, eu sou (quase sempre) incapaz de perceber que as coisas estão chegando ao fim.
Eu li em um livro que algumas pessoas aparecem nas nossas vidas, nos acordam para algo que estamos adormecidos e vão embora, com a missão cumprida. No meu caso; eu fui a pessoa que apareceu e a pessoa que foi acordada foi quem partiu (até porque, eu quase nunca vou embora).

Como me disse um outro amigo (em outra situação): "Pense que voce fez a sua parte, fique com a consciência de que agiu corretamente e que está com o dever cumprido".
Em junho e julho do ano passado, uma grande amiga disse que eu tinha vivido uma extraordinária história, que foi uma experiência fantástica de poucos dias. E era exatamente assim que eu sentia tudo aquilo naquele tempo.
Guardando as devidas proporções e particularidades, é assim que eu me sinto hoje. Fico feliz de ter ajudado, fico feliz de ter feito acordar e fico feliz de ter aliviado a carga ao ponto de cooperar para que fosse feito aquilo que uma única pessoa podia fazer.

Uma experiência vivida, uma pessoa ajudada, um recuo feito, um sorriso saudoso!



Porque o silêncio e o recuo também fazem parte do ser humano.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Das metáforas

- Se você soubesse que sua mãe gosta muito de um prato e que ela nunca o usou e que ninguém, absolutamente ninguém, pode usá-lo ... e se você chegasse perto de usá-lo, bem perto

- Adoro suas metáforas

 - bem perto de estar com a concha cheia de sopa e, bem na hora, devolvesse a sopa pra panela ...e ... e saísse correndo pela casa, sozinho... o que você faria depois?

- cara, essa cena tá parecendo tão surreal

- movido pelo arrependimento de (quase) desobedecer sua mãe? e se na mesma hora você pensasse: meu deus, como eu posso desobedecer minha mãe assim?

...

Recebi isso por email ... Depois eu soube que a pessoa chorou de remorso e repetiu (em meio ao choro) muitas vezes que amava muito a mãe e que nunca, nunca, seria capaz de usar o "prato intocável" ou de fazer algo que saberia que magoaria a mãe.

Tão bonito a sinceridade das pessoas ... Tão bonita a sinceridade nas atitudes ... Tão bonito o sentimento de gratidão para com os outros (mesmo não dito diretamente)

Tão bonito conhecer um pouco mais do interior sincero das pessoas.

(E, sim, eu acredito que o prato da sua mãe permanecerá inutilizado - para sempre)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Da música do momento


Just because I'm losing
(Só porque estou perdendo)
Doesn't mean I'm lost
(Não significa que eu esteja perdido)
Doesn't mean I'll stop
(Não significa que irei parar)
Doesn't mean I'm across
(Não significa que deva me render...)

Just because I'm hurting
(Só porque estou sofrendo)
Doesn't mean I'm hurt
(Não significa que estou ferido)
Doesn't mean I didn't get what I deserved
(Não significa que eu não tenho o que eu mereço)
No better and no worse
(Nem o melhor e nem o pior)

I just got lost!
(Eu apenas me perdi)
Every river that I tried to cross
(Todo rio que tentei atravessar)
Every door I ever tried was locked
(Toda porta que testei, estava trancada)
Ohhh and I'm just waiting 'til the shine wears off
(Ohhh estou... apenas esperando o brilho se apagar...)

You might be a big fish
(Você pode ser um peixe grande)
In a little pond
(Em um pequeno lago)
Doesn't mean you've won
(Não significa que você venceu)
'Cause along may come
(Porque logo pode chegar)
A bigger one
(Um maior...)

And you'll be lost!
(E você vai se perder)
Every river that you tried to cross
(Todo rio que tentou atravessar)
Every gun you ever held went off
(Toda arma que experimentou estava estragada...)
Ohhh and I'm just waiting until the firing's stopped
(Ohhh e eu estou... apenas esperando até que o tiroteio acabe...)
Ohhh and I'm just waiting 'til the shine wears off
(Ohhh e eu estou... esperando até que o brilho se apague...)

**Porque o espírito 
natalino já foi embora!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Da transparência

De uns tempos pra cá tenho percebido minha (suposta?!) transparência para com as pessoas.
Ou eu tenho me envolvido com pessoas muito sensíveis ou eu tenho sido mais transparente mesmo.
Ok;  não é todo mundo que me observa e que nota minhas mudanças (sejam positivas ou negativas).
Mas é incrível como tem pessoas que conseguem detectar minha alegria, minha tristeza e meu silêncio por meio de poucas atitudes, de poucas palavras, de simples olhares.
Dentre os mais inesperados, tem os amigos recentes, os amigos fisicamente distantes e os amigos virtuais.
Eu não preciso me expor muito (e parece que também não consigo me esconder muito); é tão simples, que eles notam, que eles falam e que eles acertam.

Tem outro detalhe importante também (que eu acabei de parar pra pensar que não tem muita relação com o foco principal do texto, mas ok): me foi ensinado que eu posso mudar sempre, que eu posso me reiventar a cada dia, que eu posso ser quem eu quiser a cada instante.
Eu posso mudar meus gostos, meu estilo, minha opinião, meus planos, meus trajetos, minhas programações, meus hábitos.
Eu posso, sempre!
De todo modo, minhas mudanças sempre são informadas àquelas pessoas diretamente ligadas: "eu não quero mais ir"; "desisti daquele plano"; "minha rota será outra"; "só vou fazer isso amanhã"; "decidi ouvir essa musica"; "quero ir ver esse filme que antes achava insuportável" ... Penso que isso também é um modo de ser transparente.

Eu vou continuar mudando sempre que achar necessário e que bom seria se mais pessoas conseguissem perceber essa minha transparência (ou: que bom seria se mais pessoas fossem mais sensíveis ao ponto de notar pequenos detalhes reveladores).

A quem interessar possa, a imagem acima é uma flor branca!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Das lições de vida



Quando eu era mais nova, eu sempre tive em mente que era preciso uma pessoa chegar em voce e lhe ensinar as coisas, lhe dar lições de vida por meio de conversas claras e objetivas; algo como  “escute isso aqui [...] agora tente colocar isso na sua vida, tente ver como voce se sente com esse novo comportamento.”
Eu também pensava que todos os sentimentos bons que eu tenho e todas as visões espiritualistas que eu tenho [e eu falo de vibrações, energias, chakras, bondade, gratidão e etc) sempre estiveram ativas em mim (nem que fossem so um pouquinho)
Sim, eu sempre tive a consciência de que crescemos e evoluimos com o tempo e com as experiências vividas; mas eu sempre achei, também, que a melhor forma de dar lições de vida para uma outra pessoa era – como eu disse lá em cima – era sendo claro e objetivo.

Pois então...
Tem uma amiga minha (C.C.) que, aos poucos, tem me mostrado – de modo bem sutil – uma forma nova de ver certas coisas e uma forma nova de aprender com certas coisas que nos acontecem (gratidão a ela).
Além disso,  ontem eu estava conversando com um amigo meu e ele me disse uma coisa que, no momento, eu relacionei apenas a mim e a ele. Continuei ouvindo-o e tentando “puxar” mais alguma coisa (eu não sou muito boa de perguntas e nem todo mundo é de falar muito de modo espontaneo). Consegui mais algumas frases “soltas” que, na hora, percebi como “informações da vida dele”.
De noite, eu parei pra refletir sobre o dia (como um todo), foi o começo da construção de um pensamento mais sólido em relação ao que eu tinha ouvido ontem...
Hoje, vindo pro trabalho, relembrei das frases que me foram ditas, relacionei com coisas que – aparententemente – não tinham relação e tomei uma decisão pra minha vida.


Falando tudo isso porque me senti tocada com a experiência, com a nova pespectiva das coisas, com a forma como me foi dada uma lição de vida sem ao menos se saber o que se passava
=)

Resumindo a conversa de ontem em uma palavra (que também me foi ensinada pela mesma pessoa): Gratidão





quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Dos dias bem vividos

 Tem vezes que a vida te coloca numas situações que voce acaba reagindo de modo que não esperava.
Ontem eu recebi uma mensagem de celular e, depois de algumas rápidas reflexões, eu percebi que eu estava em uma dessas situações. De algum ponto dentro de mim, veio a calma e a leveza na alma pra que eu pudesse ser a mais receptiva para com a situação.
Acabou que me foi dito que eu me sai bem, que eu agi corretamente; e, juntamente a isso, ouvi palavras de agradecimento.
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Eu tenho tido dias bons, tenho aproveitado bem minhas horas vagas (e minhas horas no trabalho tambem.) Eu tenho aceitado a maioria dos convites, pra viver a vida, que venho recebendo; desde uma festa em meio aos  verdes-lodo ate uma ida ao shopping, pra ficar tempos numa livraria projetando aquilo na minha sala de estudos.
Não me importa mais se amanhã é 3ªfeira e eu tenho trabalho as 8h da manhã ou se é final de semana e eu posso dormir e descansar bastante; eu estar satisfeita tem tido mais peso.
...
E agora ta vindo um monte de pensamento misturados e que eu não to com muita paciencia pra organizar e escrever =x

Por fim, eu vos digo que:
 todos os dias são belos;
têm coisas que por mais que voce planeje de um jeito e com alguns, acaba acontecendo de outro jeito e com outras pessoas;
eu estou tranquila;
a bandana ta aqui no meu braço;
aromas fixam-se no seu corpo;
 hoje eu so tomei banho por questão de higiene!